sexta-feira, 25 de abril de 2008
segunda-feira, 21 de abril de 2008
Nos EUA Papa fala sobre a liberdade religiosa e o diálogo inter-religioso
VATICANO - Papa Bento XVI nos Estados Unidos - “A liberdade religiosa, o diálogo inter-religioso e a fé visam algo mais do que um consenso, voltado a identificar estradas para atuar estratégias concretas e progredir a fé”
Washington (Agência Fides) - Encerrado o encontro com o mundo universitário católico, o Santo Padre Bento XVI visitou o "Pope John Paul II Cultural Center" para encontrar os Representantes de outras Religiões (judeus, muçulmanos, budistas e jainístas). “Este País tem uma longa história de colaboração entre as diversas religiões, em muitos campos da vida pública” - destacou o Santo Padre em seu discurso, exortando todos os grupos religiosos “a perseverar em sua colaboração” e a enriquecer assim a vida pública com os valores espirituais que animam sua ação no mundo.
“Os americanos sempre apreciaram a possibilidade de praticar seus cultos livremente em conformidade com sua consciência” - prosseguiu o Papa, citando Alexis de Tocqueville, o historiador Frances e estudiosos de temas americanos, que era fascinado por este aspecto da Nação. “Nas áreas urbanas, é comum que pessoas provenientes de regiões culturais e religiosas diversas se empenhem todos os dias, uns ao lado dos outros, em ambientes comerciais, sociais e educativos. Hoje, jovens cristãos, judeus, muçulmanos, hindus, budistas e crianças de todas as religiões, nas salas de aula de todo o país se sentam lado a lado, aprendendo uns com os outros e uns dos outros. Esta diversidade dá lugar a novos desafios, que suscitam uma profunda reflexão sobre os princípios fundamentais de uma sociedade democrática”.
O Santo Padre destacou que “o dever de defender a liberdade religiosa nunca foi completado” e explicou que “tutelar a liberdade religiosa nas normas da lei não garante que povos, e de modo especial, minorias, sejam poupadas de injustas formas de discriminação e preconceitos. Isto requer um esforço constante por parte de todos os membros da sociedade, a fim de garantir que aos cidadãos seja oferecida a oportunidade de exercer o culto pacificamente e transmitir seu patrimônio religioso a seus filhos. A transmissão das tradições religiosas às gerações que se sucedem não apenas ajuda a preservar um patrimônio, mas sustenta e alimenta a cultura atual, que o circunda. A mesma coisa vale em relação ao diálogo inter-religioso. Seja aqueles que participam, seja a sociedade, são enriquecidos. Na medida em que crescemos na compreensão uns dos outros, vemos que compartilhamos estima pelos valores éticos, obtidos por meio da razão humana, que são venerados por todas as pessoas de boa-vontade. O mundo pede insistentemente um comum testemunho destes valores”. Em seguida, Bento XVI convidou todas as pessoas religiosas a considerar o diálogo não apenas como meio para reforçar a compreensão recíproca, mas como modo para servir, de modo mais amplo, a sociedade.
Após citar a contribuição das escolas confessionais à construção de uma sociedade respeitosa de práticas religiosas de todos, o Papa destacou “a enorme responsabilidade” dos líderes religiosos: “Eles devem permear a sociedade com um profundo temor e respeito pela vida humana e a liberdade; garantir que a dignidade humana seja reconhecida e apreciada; facilitar a paz e a justiça; ensinar às crianças aquilo que é justo, bom e razoável”.
“Enquanto unimos sempre nossos corações e mentes na busca da paz - disse ainda o Pontífice - devemos também ouvir com atenção a voz da verdade. Deste modo, nosso diálogo não se limita a identificar um conjunto comum de valores, mas prossegue, indagando o seu fundamento final”.
“Enquanto unimos sempre nossos corações e mentes na busca da paz - disse ainda o Pontífice - devemos ainda ouvir com atenção a voz da verdade. Deste modo, nosso diálogo não se limita a identificar um conjunto comum de valores, mas prossegue adiante para seu fundamento final”. Bento XVI destacou como “o mais importante objetivo do diálogo inter-religioso”, requer uma clara exposição das respectivas doutrinas religiosas, que pode encontrar espaço adequado em colégios, universidades e centros de estudo, enquanto a Santa Sé, por sua vez, tenta levar adiante este importante trabalho através do Pontifício Conselho para o Diálogo Inter-religioso, o Pontifício Instituto para Estudos Árabes e Islamística, várias Universidades Pontifícia.
O Papa concluiu seu discurso auspiciando que os fiéis de todas as religiões se unam “para defender e promover a vida e a liberdade religiosa em todo o mundo”, e desta forma, possam ser “instrumentos de paz para toda a família humana”.
No final de Sua vida ao "Pope John Paul II Cultural Center", o Papa dirigiu uma breve saudação na Polish National Room, aos representantes da Comunidade judaica e lhes entregou uma Mensagem de augúrio por ocasião da Pessach, festividade da Páscoa judaica, que se inicia sábado, 19 de abril.
(S.L.) (Agência Fides 18/4/2008)
sábado, 19 de abril de 2008
Papa diz que o diálogo tem uma proposta: buscar a verdade
WASHINGTON, D.C., 18 de abril de 2008 (ZENIT.org).- Bento XVI disse que o diálogo inter-religioso tem uma proposta além de estabelecer uma sociedade mais pacífica: o ponto principal do diálogo é buscar a verdade.
O Papa afirmou esta quinta-feira em um encontro com líderes religiosos na capital americana. O tema do encontro foi «Peace Our Hope» (Paz, nossa esperança), e aconteceu no Centro Cultural Papa João Paulo II.
O Santo Padre falou para os líderes sobre liberdade religiosa, louvando os Estados Unidos pelo fato de que pessoas de muitas religiões possam coexistir aí pacificamente.
«É de desejar que vossa experiência anime outros, sendo conscientes de que uma sociedade unida pode proceder de uma pluralidade de povos - E pluribus unum, de muitos, um -, com a condição de que todos reconheçam a liberdade religiosa como um direito civil fundamental», disse o Papa.
O Pontífice também enfatizou o valor da educação baseada na fé: «Estas instituições enriquecem as crianças tanto intelectual como espiritualmente», afirmou.
Bento XVI também expressou sua aprovação para um «interesse crescente entre os governos para patrocinar programas destinados a promover o diálogo inter-religioso e intercultural. Trata-se de iniciativas louváveis. Ao mesmo tempo, a liberdade religiosa, o diálogo inter-religioso e a educação baseada na fé tendem a algo mais que alcançar um consenso encaminhado a encontrar caminhos para formular estratégias práticas para o progresso da paz».
E ele continuou: «O objetivo mais amplo do diálogo é descobrir a verdade».
O Papa ainda quis mencionar as questões que o diálogo religioso deve embarcar: «Qual é a origem e o destino do gênero humano? Que é o bem e o mal? Que nos espera ao final de nossa existência terrena?»
«Apenas enfrentando estas questões mais profundas poderemos construir uma base sólida para a paz e a segurança da família humana: ‘onde e quando o homem se deixa iluminar pelo esplendor da verdade, empreende de modo quase natural o caminho da paz’», ele disse.
A proposta cristã
O bispo de Roma descreve o que a Igreja Católica oferece ao diálogo inter-religioso.
«Perante estes questionamentos mais profundos sobre a origem e o destino do gênero humano, os cristãos propõem Jesus de Nazaré» – disse o Papa –. «Ele é, assim acreditamos, o Logos eterno, que se fez carne para reconciliar o homem com Deus e revelar a razão que está no fundo de todas as coisas. É Ele quem levamos ao debate do diálogo inter-religioso. O desejo ardente de seguir seus passos impulsiona os cristãos a abrirem suas mentes e seus corações para o diálogo».
Ainda acrescenta: «Queridos amigos, em nosso intento de descobrir os pontos de comunhão, temos evitado talvez a responsabilidade de discutir nossas diferenças com calma e clareza. Enquanto unimos sempre nossos corações e mentes na busca da paz, devemos também escutar com atenção a voz da verdade».
«Deste modo, nosso diálogo não se deterá apenas em reconhecer um conjunto comum de valores, mas que avançará para indagar seu fundamento último. Não temos nada a temer, porque a verdade nos revela a relação essencial entre o mundo e Deus».
«Queridos amigos» – concluiu o Santo Padre –, «deixemos que nosso diálogo sincero e nossa cooperação impulsionem todos a meditar as perguntas mais profundas sobre sua origem e destino. Que os membros de todas as religiões estejam unidos na defesa e promoção da vida e a liberdade religiosa em todo o mundo. E que, dedicando-se generosamente a este sagrado dever – através do diálogo e de tantos pequenos atos de amor, de compreensão e de comunhão – sejamos instrumentos de paz para toda a família humana».
Páscoa Judaica
Depois de seu encontro com os líderes inter-religiosos, Bento XVI dirigiu um discurso especial para o povo Judeu pela sua festa da Páscoa, que inicia sábado.
«Cristãos e judeus» – disse o Papa – «compartilham esta esperança; de facto, como dizem os profetas, nós somos ‘prisioneiros da esperança’. Este vínculo permite-nos, a nós cristãos, celebrar ao vosso lado, embora a modo nosso, a Páscoa da morte e da ressurreição de Cristo, que vemos como que inseparável de vós mesmos, pois o próprio Jesus afirmou: ‘A salvação vem dos judeus’.»
«A nossa Páscoa e a vossa Pesah, apesar de distintas e diferentes, unem-nos na esperança comum que está centrada em Deus e na sua misericórdia. Isto incita-nos a cooperar uns com os outros e com todos os homens e mulheres de boa vontade, a fim de fazermos melhor este mundo para todos, à espera do cumprimento das promessas de Deus».
O Santo Padre ainda continuou: «Com respeito e amizade, peço, pois, à Comunidade Judaica que aceite os meus votos de Pesah num espírito de abertura às reais possibilidades de cooperação que se abrem diante de nós, enquanto contemplamos as urgentes necessidades do nosso mundo e olhamos com compaixão para os sofrimentos de milhões de irmãs e irmãos nossos em toda a terra».
«Naturalmente, a nossa compartilhada esperança de paz no mundo abraça o Médio Oriente e, de modo particular, a Terra Santa. Possa a recordação das misericórdias do Senhor, que judeus e cristãos celebram neste tempo de festa, inspirar a todos os responsáveis pelo futuro daquela região – onde tiveram realmente lugar os acontecimentos ligados à revelação de Deus – renovados esforços e, especialmente, novas atitudes e uma nova purificação dos corações!»
quinta-feira, 17 de abril de 2008
Mensagem de Bento XVI à comunidade judaica Com motivo da festa de Pesah (Páscoa)
* * *
À Comunidade Judaica
na Festa de Pesah
A minha vista aos Estados Unidos proporciona-me a ocasião de enviar uma ardente e cordial saudação aos meus irmãos e irmãs judeus desta Nação e do mundo inteiro. Uma saudação que se reveste de maior intensidade espiritual porque está próxima a grande festa de Pesah. «Conservareis a recordação deste dia, comemorando-o com uma solenidade em honra do Senhor: celebrá-la-eis como uma instituição perpétua, de geração em geração» (Êxodo 12, 14). Embora a celebração cristã da Páscoa seja diferente em vários aspectos da vossa celebração de Pesah, nós compreendemo-la e sentimo-la em continuidade com a narração bíblica das grandes obras que o Senhor cumpriu em favor do seu povo.
Por ocasião da vossa celebração mais solene, sinto-me particularmente unido convosco, precisamente por aquilo que os cristãos são convidados pela declaração conciliar “Nostra Ætate” a terem sempre presente, ou seja, que «foi por meio desse povo, com o qual Deus Se dignou, na sua inefável misericórdia, estabelecer a antiga Aliança, que [a Igreja] recebeu a revelação do Antigo Testamento e se alimenta da raiz da oliveira mansa, na qual foram enxertados os ramos da oliveira
brava, os gentios» (n. 4). Ao dirigir-me a vós, desejo reafirmar a doutrina do Concílio Vaticano II sobre as relações católicojudaicas e reiterar o empenho da Igreja no diálogo que, nos quarenta anos passados, mudou fundamentalmente e melhorou o nosso relacionamento.
Em virtude deste crescimento na confiança e na amizade, cristãos e judeus podem, juntos, experimentar o carácter profundamente espiritual da Páscoa, um memorial (zikkarôn) de liberdade e redenção. Quando anualmente ouvimos a narração da Páscoa, voltamos à noite bendita da libertação. Este tempo santo do ano deveria ser um apelo para ambas as nossas comunidades perseguirem a justiça, a misericórdia, a solidariedade para com o estrangeiro, a viúva e o órfão, como Moisés ordenou: «Recorda-te de que foste escravo no Egipto e que o Senhor, teu Deus, te libertou. É por isso que te deu esta ordem» (Deuteronómio 24, 18).
No Sèder da Páscoa, recordais os santos patriarcas Abraão, Isaac e Jacob, e as santas mulheres de Israel, Sara, Rebeca, Raquel e Lia, o início da longa geração de filhos e filhas da Aliança. Com o passar do tempo, a Aliança assume um valor cada vez mais universal, ganhando forma a promessa feita a Abraão: «Abençoar-te-ei, engrandecerei o teu nome e serás uma fonte de bênçãos… Todas as famílias da terra serão em ti abençoadas» (Génesis 12, 2-3). De facto, segundo o profeta Isaías, a esperança da redenção estende-se à humanidade inteira: «Virão muitos povos e dirão: “Vinde, subamos à Montanha do Senhor, à Casa do Deus de Jacob. Ele nos ensinará os seus caminhos, e nós andaremos pelas suas veredas”» (Isaías 2, 3). Neste horizonte escatológico, é oferecida uma real perspectiva de fraternidade universal pela vereda da justiça e da paz, preparando o caminho do Senhor (cf. Isaías 62, 10).
Cristãos e judeus compartilham esta esperança; de facto, como dizem os profetas, nós somos «prisioneiros da esperança» (Zacarias 9, 12). Este vínculo permite-nos, a nós cristãos, celebrar ao vosso lado, embora a modo nosso, a Páscoa da morte e da ressurreição de Cristo, que vemos como que inseparável de vós mesmos, pois o próprio Jesus afirmou: «A salvação vem dos judeus» (João 4, 22). A nossa Páscoa e a vossa Pesah, apesar de distintas e diferentes, unem-nos na esperança comum que está centrada em Deus e na sua misericórdia. Isto incita-nos a cooperar uns com os outros e com todos os homens e mulheres de boa vontade, a fim de fazermos melhor este mundo para todos, à espera do cumprimento das promessas de Deus.
Com respeito e amizade, peço, pois, à Comunidade Judaica que aceite os meus votos de Pesah num espírito de abertura às reais possibilidades de cooperação que se abrem diante de nós, enquanto contemplamos as urgentes necessidades do nosso mundo e olhamos com compaixão para os sofrimentos de milhões de irmãs e irmãos nossos em toda a terra. Naturalmente, a nossa compartilhada esperança de paz no mundo abraça o Médio Oriente e, de modo particular, a Terra
Santa. Possa a recordação das misericórdias do Senhor, que judeus e cristãos celebram neste tempo de festa, inspirar a todos os responsáveis pelo futuro daquela região – onde tiveram realmente lugar os acontecimentos ligados à revelação de Deus – renovados esforços e, especialmente, novas atitudes e uma nova purificação dos corações!
No meu coração, repito convosco o salmo do Hallel pascal, invocando abundantes bênçãos divinas sobre vós:
«Louvai o Senhor porque Ele é bom, porque é eterno o seu amor.
Diga-o a Casa de Israel: “É eterno o seu amor” (…).
Digam-nos os fiéis do Senhor: “É eterno o seu amor” (Salmo 118, 1-4).
Do Vaticano, 14 de Abril de 2008.
BENEDICTUS PP. XVI
[Tradução difundida pela Santa Sé]
segunda-feira, 14 de abril de 2008
Nota de Falecimento: Dom Estêvão Tavares Bettencourt

É com grande pesar que o Apostolado Veritatis Splendor divulga o seguinte comunicado oriundo do Mosteiro de São Bento do Rio de Janeiro:
FACULDADE DE SÃO BENTO DO RIO DE JANEIRO
Rua D. Gerardo, 68 – Centro – Rio de Janeiro – RJ
Telefone/fax: (21) 2206-8100 – Ramal 8281/8310
Home page: www.faculdadesaobento.org.br
Rio de Janeiro, 14 de abril de 2008
Aos professores, alunos, formadores e auxiliares
Ocorreu hoje, pela manhã, o falecimento do nosso confrade D. Estêvão Tavares Bettencourt, cuja vida foi totalmente dedicada ao serviço da Igreja. Esteve por longos anos como professor da nossa Faculdade, onde lecionou as mais variadas disciplinas. No campo acadêmico desenvolveu inúmeros trabalhos na Universidade Santa Úrsula, Seminário São José e também junto a Escola "Mater Ecclesiae". Publicou muitos trabalhos a nível catequético e pastoral, com especial destaque pela Revista "Pergunte e Responderemos", por ele fundada. Procurou comunicar sempre aos seus leitores o amor à Igreja, assim como a paixão pelas verdades cristãs mais sentidas, ou às vezes mais contestadas, pelo homem do terceiro milênio: a defesa e o amor pela vida. Homem de fé, dedicou-se sempre ao anúncio da palavra de Deus, pela pregação, pelos artigos e pelos livros escritos. Irmão e amigo, sabia ouvir e aconselhar com o dom do discernimento e à luz de um profundo amor à Igreja. Sabia com devoção inflamar a todos com suas palavras, e que manifestavam seu amor a Jesus Cristo, seu zelo pelo Reino de Deus e a sua particular confiança em Nossa Senhora.
Nos últimos tempos a sua saúde estava enfraquecida, mas mesmo assim, era assídua a sua presença na Santa Missa e nos Ofícios Divinos, dando-nos exemplo de virtude e santidade. Aos 87 anos de idade, Deus chamou esse servo bom e fiel para receber o prêmio de sua dedicação. Nestes tempos difíceis da história, certamente há de interceder por nós, manifestando ainda mais seu zelo e solicitude.
Possamos invocar da misericórdia divina a merecida paz em Cristo, pelos seus compromissos como sacerdote zeloso, monge sábio e servidor fiel da Igreja. O seu sepultamento será hoje, no claustro do mosteiro, após a Celebração das Exéquias, na Igreja Abacial, que terá início às 16 horas. Para que todos possam participar deste momento de reverência e oração, comunico que encerraremos as nossas atividades às 15h50min.
Muito fraternalmente,
D. Anselmo Chagas de Paiva, OSB
Lançado 4º Volume da Série "Citações Patrístiscas"

A obra, que conta com o Imprimatur das autoridades eclesiásticas e é prefaciada pelo Prof. Dr. Pe. Manoel Augusto Santos dos Santos, da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul, reúne o pensamento dos Padres primitivos acerca da Igreja, em especial:
1) A Igreja: Instituição - Corpo de Cristo - Marcas Distintivas - Unidade
2) O Povo de Deus: O Papa - O Clero - Os Fiéis em Geral.
3) O Culto: A Missa - O Calendário
4) Outras Matérias: Instrução Religiosa - Oração - Os Hereges
Cada tema e subtema é introduzido com versículos bíblicos e exertos do Catecismo da Igreja Católica, demonstrando a linha contínua que liga a Igreja dos primeiros tempos diretamente à Igreja Católica de nossos dias.
Este novo volume, lançado APENAS no formato de E-Book, estará disponível GRATUITAMENTE a todos os interessados que manifestarem o desejo de recebê-lo por e-mail. Os leitores que ficarem satisfeitos com o conteúdo da obra são incentivados a procederem uma doação, de QUALQUER QUANTIA, visando a atualização e futura ampliação dos volumes que compõem a série, bem como para colaborar com os novos projetos do Autor, como a expansão e manutenção do site COCP-Central de Obras do Cristianismo Primitivo (http://cocp.veritatis.com.br), que disponibiliza os escritos da Igreja primitiva em sua íntegra.
A série completa, em 6 (seis) volumes, entregará ao leitor mais de 1600 citações patrísticas e estará assim organizada:
- Volume 1: A Palavra de Deus e a Profissão de Fé
- Volume 2: Deus Pai, Filho e Espírito Santo
- Volume 3: Maria, os Santos e os Anjos
- Volume 4: A Igreja de Cristo (e-book que ora apresentamos)
- Volume 5: Os Sete Sacramentos e a Criação
- Volume 6: Escatologia e Questões Diversas
Esta obra é especialmente recomendada a todos os que amam a única Igreja de Cristo e/ou se interessam pela literatura Patrística, especialmente sacerdotes, religiosos, seminaristas, catequistas e ministros extraordinários, além de leigos em geral que queiram conhecer a doutrina cristã tal como foi professada pela Igreja primitiva (e continua sendo pela Igreja contemporânea!).
PEDIDOS
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