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domingo, 3 de agosto de 2008

Primeira Missa de D. Antonio Keller

Ontém no dia 03/08 (domingo) às 10:30 da manhã começou a primeira missa rezada pelo recém ordenado Bispo D. Antonio Keller. A missa foi celebrada na Paróquia Santo Antonio, no bairro do Limão em São Paulo-SP onde D. Keller serviu como padre durante muitísismos anos.

Fomos eu e o Rafael Cresci. Quando chegamos a Igreja estava simplemente lotada, com gente "saindo pelo ladrão".

A homilia de D. Keller foi maravilhosa (daí pude compreender melhor de onde vem tanto amor da comunidade pelo seu pároco). Ao final, o coral da paróquia do Limão (que também cantou na cerimônia de ordenação episcopal na Catedral da Sé) cantou uma música que compuseram em homenagem a D. Keller. Foi um momento de grande emoção, nesta hora não teve jeito e as lágrimas vieram mesmo ao meus olhos.

D. Keller na homilia de sua primeira missa como Bispo

A Missa cabou às 12:35 e eu já tinha que sair correndo para pegar um táxi e ir direto ao aeroporto. E por isso, infelizmente não pude dar meu abraço de despedida em nosso Revmo Exmo Bispo D. Antonio Keller, nosso grande amigo e pai.

Que Nosso Senhor Jesus Cristo abençoe abundantemente este servo de Deus. E que Nossa Senhor proteja D. Keller neste seu novo serviço à Santa Igreja Católica.

VS presente na Ordenação Episcopal de mons. Antonio Carlos Rossi Keller

Na data de ontem, 02.08.2008, diversos membros do Apostolado Veritatis Splendor (Alessandro Lima, Carlos Nabeto, Cledson Ramos, Luís Guilherme, Márcio Antonio, Rafael Cresci e Sílvio Medeiros), tiveram a grande honra de comparecer à ordenação episcopal de seu diretor espiritual, mons. Antonio Carlos Rossi Keller, na Catedral Metropolitana de São Paulo.

Da esquerda para direita: Nabeto, Alessandro, Sílvio, Márcio Antonio, Luis Guilherme, Cledsoon e Vinícius.
Na frente: Rafael Cresci e Wellington Pinho.


A cerimônia de ordenação, presidida pelo Arcebispo Metropolitano de São Paulo, Dom Odilo Pedro Scherer, ao lado dos Bispos co-ordenantes, Dom Dadeus Grings e Dom Joaquim Justino Carreira, foi magnífica e transmitida ao vivo, para todo o Brasil, pela TV Canção Nova.

Da esquerda para direita: Vinícius, Carlos Nabeto, Márcio Antonio, Alessandro Lima, Cledson e Luis Guilherme. Na Fente: Rafael Cresci, D. Antonio Keller e Juliana.

Ao final da cerimônia, Dom Keller pronunciou uma emocionante Mensagem dirigida principalmente ao Povo de Deus da Diocese de Frederico Westphalen-RS, que pode ser lida na íntegra AQUI.

Para ver outras fotos da ordenação, clique AQUI.

segunda-feira, 14 de abril de 2008

Nota de Falecimento: Dom Estêvão Tavares Bettencourt


É com grande pesar que o Apostolado Veritatis Splendor divulga o seguinte comunicado oriundo do Mosteiro de São Bento do Rio de Janeiro:

FACULDADE DE SÃO BENTO DO RIO DE JANEIRO
Rua D. Gerardo, 68 – Centro – Rio de Janeiro – RJ
Telefone/fax: (21) 2206-8100 – Ramal 8281/8310
Home page: www.faculdadesaobento.org.br

Rio de Janeiro, 14 de abril de 2008

Aos professores, alunos, formadores e auxiliares

Ocorreu hoje, pela manhã, o falecimento do nosso confrade D. Estêvão Tavares Bettencourt, cuja vida foi totalmente dedicada ao serviço da Igreja. Esteve por longos anos como professor da nossa Faculdade, onde lecionou as mais variadas disciplinas. No campo acadêmico desenvolveu inúmeros trabalhos na Universidade Santa Úrsula, Seminário São José e também junto a Escola "Mater Ecclesiae". Publicou muitos trabalhos a nível catequético e pastoral, com especial destaque pela Revista "Pergunte e Responderemos", por ele fundada. Procurou comunicar sempre aos seus leitores o amor à Igreja, assim como a paixão pelas verdades cristãs mais sentidas, ou às vezes mais contestadas, pelo homem do terceiro milênio: a defesa e o amor pela vida. Homem de fé, dedicou-se sempre ao anúncio da palavra de Deus, pela pregação, pelos artigos e pelos livros escritos. Irmão e amigo, sabia ouvir e aconselhar com o dom do discernimento e à luz de um profundo amor à Igreja. Sabia com devoção inflamar a todos com suas palavras, e que manifestavam seu amor a Jesus Cristo, seu zelo pelo Reino de Deus e a sua particular confiança em Nossa Senhora.

Nos últimos tempos a sua saúde estava enfraquecida, mas mesmo assim, era assídua a sua presença na Santa Missa e nos Ofícios Divinos, dando-nos exemplo de virtude e santidade. Aos 87 anos de idade, Deus chamou esse servo bom e fiel para receber o prêmio de sua dedicação. Nestes tempos difíceis da história, certamente há de interceder por nós, manifestando ainda mais seu zelo e solicitude.

Possamos invocar da misericórdia divina a merecida paz em Cristo, pelos seus compromissos como sacerdote zeloso, monge sábio e servidor fiel da Igreja. O seu sepultamento será hoje, no claustro do mosteiro, após a Celebração das Exéquias, na Igreja Abacial, que terá início às 16 horas. Para que todos possam participar deste momento de reverência e oração, comunico que encerraremos as nossas atividades às 15h50min.

Muito fraternalmente,

D. Anselmo Chagas de Paiva, OSB

quinta-feira, 13 de março de 2008

Entidades usurpam o prestígio e a dignidade do nome cristão ao promover aborto

Arcebispo da Paraíba (Brasil) comenta sobre as «Católicas pelo Direito de Decidir»

Por Alexandre Ribeiro

JOÃO PESSOA, quinta-feira, 13 de março de 2008 (ZENIT.org).- Entidades como as «Católicas pelo Direito de Decidir», ao promoverem, entre outras iniciativas contrárias ao Magistério da Igreja, o aborto, usurpam o prestígio e a dignidade do nome cristão, afirma um arcebispo brasileiro.

No contexto da Campanha da Fraternidade da Igreja no Brasil, que nesta quaresma discute o tema da defesa da vida, Dom Aldo Pagotto, arcebispo da Paraíba (nordeste do país), destaca em mensagem difundida ontem pela CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil) que essa ONG tem provocado «confusão e perplexidade» nos fiéis.

O arcebispo explica que esse grupo de feministas se auto-intitula «católicas pelo direito de decidir». Mas «decidir o quê?», questiona. «Decidem pelo abortamento.»

«Ora --prossegue Dom Aldo Pagotto--, isso é inadmissível para uma cristã que professa o Credo, segue os Mandamentos da Lei de Deus e confessa com o seu comportamento que Jesus Cristo é Senhor e Salvador.»

O prelado recorda que essa ONG é patrocinada e atua como uma entidade feminista que se constituiu no Brasil desde 1993. Ela se articula em rede com várias parcerias no mundo, em particular com a organização norte-americana intitulada “Catholics for a Free Choice”.

Essa rede feminista --explica Dom Aldo-- defende o aborto publicamente e distorce «totalmente o ensino católico, sobretudo o respeito e a proteção devidos à vida do nascituro indefeso».

Segundo o arcebispo, no Brasil essa rede feminista se subdivide em várias ramificações: entre as mais conhecidas estão os grupos denominados de «Cunha», «8 de Março», «Amazonas».

«Pelo que se vê, tais “católicas” juntaram-se à rede feminista, usurpando o prestígio e dignidade do nome cristão, com o intuito de confundir as pessoas, espalhando mentiras», afirma Dom Aldo Pagotto.

O arcebispo lembra que a Igreja no Brasil, pela presente Campanha da Fraternidade, reafirma «o compromisso com a vida do ser humano e, de forma específica, com a gestante e o nascituro».

Ele enfatiza que a proposta da CNBB pede políticas públicas que «assegurem a saúde» da mãe e da criança que ela traz em seu seio, «oferecendo condições para ter e criar bem os seus filhos e jamais abortá-los».

«“Escolhe, pois, a vida” (Dt 30,19) será o nosso lema perene, criando iniciativas que enfrentam e superam tantas ameaças que nos cercam», afirma.

terça-feira, 4 de março de 2008

«Católicas pelo Direito de Decidir» não é organização católica, lembra CNBB

E não fala pela Igreja Católica, enfatiza Conferência episcopal brasileira

Por Alexandre Ribeiro

BRASÍLIA, terça-feira, 4 de março de 2008 (ZENIT.org).- «Católicas pelo Direito de Decidir» não é uma organização católica e não fala pela Igreja Católica, recorda a CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil).

O organismo episcopal brasileiro manifestou-se sobre o assunto por meio de nota, esta segunda-feira, já que «têm chegado à sede da CNBB inúmeras consultas sobre a ONG», «uma vez que em seus pronunciamentos há vários pontos contrários à doutrina e à moral católicas».

A nota esclarece que «se trata de uma entidade feminista, constituída no Brasil em 1993, e que atua em articulação e rede com vários parceiros no Brasil e no mundo, em particular com uma organização norte-americana intitulada “Catholics for a Free Choice”».

«Sobre esta última, a Conferência dos Bispos Católicos dos Estados Unidos já fez várias declarações, destacando que o grupo tem defendido publicamente o aborto e distorcido o ensinamento católico sobre o respeito e a proteção devidos à vida do nascituro indefeso», explica a CNBB.

O grupo também «é contrário a muitos ensinamentos do Magistério da Igreja; não é uma organização católica e não fala pela Igreja Católica (Cf. http://www.usccb.org/comm/archives/2000/00-123.htm)».

De acordo com a nota da CNBB, «essas observações se aplicam, também, ao grupo que atua em nosso país».

A Conferência episcopal brasileira lembra que a Campanha da Fraternidade 2008 «reafirma nosso compromisso com a vida, especialmente, com a vida do ser humano mais indefeso, que é a criança no ventre materno, e com a vida da própria gestante».

«Políticas públicas realmente voltadas à pessoa humana são as que procuram atender às necessidades da mulher grávida, dando-lhe condições para ter e a criar bem os seus filhos, e não para abortá-los», afirma a nota.

«“Escolhe, pois, a vida” (Dt 30,19). Ainda que em determinadas circunstâncias se trate de uma escolha difícil e exigente, reafirmamos ser a única escolha aceitável e digna para nós que somos filhos e filhas do Deus da Vida.»

A CNBB encerra a nota conclamando «os católicos e todas as pessoas de boa vontade a se unirem a nós na defesa e divulgação do Evangelho da Vida, atentos a todas as forças e expressões de uma cultura da morte que se expande sempre mais».

segunda-feira, 3 de março de 2008

Nota da CNBB sobre as Católicas pelo Direito de Decidir

segunda: 03 de março de 2008

Têm chegado à sede da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil – CNBB – inúmeras consultas sobre a ONG denominada “Católicas pelo Direito de Decidir”, uma vez que em seus pronunciamentos há vários pontos contrários à doutrina e à moral católicas.

Esclarecemos que se trata de uma entidade feminista, constituída no Brasil em 1993, e que atua em articulação e rede com vários parceiros no Brasil e no mundo, em particular com uma organização norte-americana intitulada “Catholics for a Free Choice”. Sobre esta última, a Conferência dos Bispos Católicos dos Estados Unidos já fez várias declarações, destacando que o grupo tem defendido publicamente o aborto e distorcido o ensinamento católico sobre o respeito e a proteção devidos à vida do nascituro indefeso; é contrário a muitos ensinamentos do Magistério da Igreja; não é uma organização católica e não fala pela Igreja Católica[1]. Essas observações se aplicam, também, ao grupo que atua em nosso país.

A Campanha da Fraternidade deste ano de 2008 reafirma nosso compromisso com a vida, especialmente, com a vida do ser humano mais indefeso, que é a criança no ventre materno, e com a vida da própria gestante. Políticas públicas realmente voltadas à pessoa humana são as que procuram atender às necessidades da mulher grávida, dando-lhe condições para ter e a criar bem os seus filhos, e não para abortá-los.

“Escolhe, pois, a vida” (Dt 30,19). Ainda que em determinadas circunstâncias se trate de uma escolha difícil e exigente, reafirmamos ser a única escolha aceitável e digna para nós que somos filhos e filhas do Deus da Vida.

Conclamamos os católicos e a todas as pessoas de boa vontade a se unirem a nós na defesa e divulgação do Evangelho da Vida, atentos a todas as forças e expressões de uma cultura da morte que se expande sempre mais.

Brasília, 03 de março de 2008

domingo, 2 de março de 2008

Igreja no Brasil reafirma posição contra pesquisa com embriões

BRASÍLIA, domingo, 2 de março de 2008 (ZENIT.org).- O Supremo Tribunal Federal do Brasil julgará na próxima quarta-feira uma ação que define a continuidade ou não das pesquisas com células-tronco embrionárias no país.

Esse foi um dos principais assuntos tratados pelo Conselho Permanente da CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil), reunido de 27 a 29 de fevereiro, em Brasília.

Segundo informa a Sala de Imprensa da CNBB, em entrevista coletiva essa sexta-feira, a presidência do organismo episcopal reafirmou a posição da Igreja em relação a essa questão.

«A Igreja volta mais uma vez a dirigir sua palavra em defesa da vida. Esta é a posição básica e fundamental da Igreja. Não significa ser contra a ciência, contra o progresso, mas ser em primeiro lugar a favor da vida», disse o presidente da CNBB, Dom Geraldo Lyrio Rocha, ao reafirmar a posição da Igreja contrária ao uso de células-tronco embrionárias para pesquisas.

De acordo com Dom Geraldo Lyrio, os bispos do Conselho Permanente decidiram enviar uma carta aos ministros do Supremo Tribunal para expressar a posição da Igreja.

«Não queremos fazer pressão sobre o STF, mas expor, inclusive como integrantes da própria sociedade brasileira, o nosso ponto de vista», disse.

«A Igreja não pretende impor o seu ponto de vista, mas defender seu direito de propor e de anunciar, sobretudo, quando se trata de uma questão como esta que extrapola os diferentes credos, posições filosóficas, ideologias, partidos políticos, dado ser uma questão que diz respeito a todos», afirmou o presidente.

O secretário-geral da CNBB, Dom Dimas Lara Barbosa, destacou que a partir do momento que a vida começa, deve ser protegida, inclusive pelas instituições da sociedade civil e do próprio Estado.

Para ele, a Lei de Biossegurança, quando aprovada, trouxe erros graves ao misturar temas completamente díspares num único projeto de lei. «A Lei de Biossegurança abre caminho para a legalização progressiva do aborto e o desrespeito da vida humana», declarou.

(Com CNBB)

Bento XVI pede que jovens brasileiros sejam testemunhas de esperança

Pontífice reuniu-se com jovens de diferentes partes do mundo via satélite

Por Alexandre Ribeiro

APARECIDA, domingo, 2 de março de 2008 (ZENIT.org).- Bento XVI recordou esse sábado com carinho sua viagem ao Brasil de 2007 e pediu que os jovens brasileiros sejam testemunhas de esperança.

«Amados jovens, reunidos em Aparecida: ainda está viva no meu coração a lembrança da Viagem Pastoral que realizei no Brasil, especialmente no Santuário de Nossa Senhora da Conceição Aparecida», confessou o Papa.

Bento XVI falava aos jovens brasileiros via teleconferência, no contexto da Jornada Universitária da Europa e da América. Este ano, o evento reuniu universitários de dez cidades do mundo, entre elas Aparecida.

Cerca de 5 mil jovens congregaram-se no Santuário de Aparecida (167 km de São Paulo), para festejar com seus colegas de diferentes partes do mundo, recitar o Rosário junto do Papa e ouvir as palavras do pontífice.

Ao se dirigir em língua portuguesa aos brasileiros, Bento XVI afirmou que pede «à Virgem Mãe que obtenha para todos vocês a graça de ser sempre testemunhas de esperança».

Bandeiras e lenços se agitaram na Basílica quando o Papa apareceu no telão, às 14h do horário brasileiro. Aplausos e vivas ecoaram ainda mais fortes quando Bento XVI saudou a juventude em Aparecida.

A universitária Marina Campos, 20 anos, de São Paulo, confessou a Zenit sua emoção. «Ver o Papa surgir no telão e depois falar em português com a gente foi muito bonito. Tenho certeza de que todos aqui nunca esquecerão este momento», disse.

Já Ricardo Oliveira, 22 anos, de Campinas, destacou que agora é tempo de acolher o desafio lançado pelo Papa: «ser testemunhas de esperança em nossos ambientes, especialmente na Universidade», afirmou.

O dia de oração e festa tinha iniciado às 10h no Santuário de Aparecida, com palestras, shows musicais e testemunhos.

Pela tarde, durante o Rosário com o Papa, estudantes de diferentes cidades do mundo se revezaram na recitação das Ave-Marias. As imagens televisivas mostravam os universitários nas diferentes igrejas e santuários, reunidos com seus bispos e arcebispos.

Em uma breve alocução após a vigília mariana, Bento XVI expressou sua esperança na juventude.

«Jovens construtores da civilização do amor! Deus vos chama hoje, jovens europeus e americanos, a cooperar, junto de vossos colegas de todo o mundo, para que a seiva do Evangelho renove a civilização destes dois continentes e de toda a humanidade», disse.

«Este é o imperativo que hoje vos encomendo, queridos amigos: sede discípulos e testemunhas do Evangelho, pois o Evangelho é a boa semente do Reino de Deus, quer dizer, da civilização do amor. Sede construtores de paz e de unidade!», afirmou o pontífice.

Às 16h, o arcebispo de Aparecida, Dom Raymundo Damasceno Assis, celebrou a eucaristia de encerramento da Jornada com os jovens.

Em sua homilia, Dom Damasceno reforçou o convite de Bento XVI de que os jovens se comprometam na construção da civilização do amor.

«Vocês são chamados a ser discípulos e amigos de Cristo, na renovação do mundo com a luz do Evangelho», afirmou.

O arcebispo de Aparecida enfatizou que «a Igreja ama os jovens, acredita nos jovens e tem esperança neles para a construção de um mundo melhor».

Dom Damasceno abençoou os universitários em seu retorno a casa. Após a missa, as caravanas se despediram, enquanto alguns grupos ainda tocavam violão e entoavam cantos ao redor da Basílica da Padroeira do Brasil.