quarta-feira, 27 de fevereiro de 2008

Igreja está crescendo em Cuba

Em 1990, os católicos eram 41,21%; em 2007, 59,66%

Por Jesús Colina

CIDADE DO VATICANO, quinta-feira, 21 de fevereiro de 2008 (ZENIT.org).- Apesar das dificuldades, o número dos católicos em Cuba está crescendo, segundo revelam as fontes estatísticas.

A última versão das Estatísticas Pontifícias, 2007, revela que neste país de mais de 1 milhões de habitantes, 59,66% são católicos. No Anuário de 2001, os católicos eram 55,26% e no ano 1990, 41,21%.

Este crescimento aconteceu depois da aguda crise que a Igreja havia experimentado após a revolução comunista. Nominalmente, antes que Fidel Castro chegasse ao poder, os católicos eram 85%.

O fato de que em anos passados o governo tivesse dificultado a concessão de vistos a sacerdotes e religiosos estrangeiros fez de Cuba um dos países no maior número de católicos por sacerdote.

Na ilha há 19.507 católicos por sacerdote, enquanto que em Togo, por exemplo, são 2.956, em Serra Leoa, 1.922, e na África do Sul, 2.798.

De qualquer forma, nos últimos anos cresceu um pouco o número de agentes pastorais. No Anuário do ano 2007 se registram 200 sacerdotes diocesanos (169 no ano de 2001), 145 sacerdotes religiosos (134 em 2001), 60 diáconos permanentes (52 em 2001), 37 religiosos não-sacerdotes (28 em 2001), 642 religiosas (546 em 2001), 1.800 missionários leigos (520 em 2001).

O único dado em tendência contrária, segundo as estatísticas, é o número de catequistas: em 2007 havia 4.627, enquanto que, em 2001, eram 5.024. Deve-se levar em conta, contudo, que muitos dos missionários leigos, cujo número se triplicou, fazem o serviço de catequista.

Congresso da Cúria confirma ensino da Igreja sobre a eutanásiad

VATICANO - Na audiência aos participantes do Congresso organizado pela Pontifícia Academia para a Vida, Bento XVI afirma “mais uma vez, a firme e constante condenação ética de toda forma de eutanásia direta, segundo o plurissecular ensinamento da Igreja”

Cidade do Vaticano (Agência Fides) - “Ao lado do doente incurável e do moribundo: orientações éticas e operacionais” foi o tema do Congresso organizado pela Pontifícia Academia para a Vida na ocasião da XIV Assembléia geral da Academia. Dirigindo-se aos participantes, recebidos em audiência no dia 25 de fevereiro, o Papa Bento XVI recordou que cada vida terrena que se vai é “um novo nascimento e uma existência renovada, oferecida pelo Ressuscitado a quem não se opôs voluntariamente a seu Amor. Com a morte se conclui a experiência terrena, mas através da morte abre-se também, para cada um de nós, para além do tempo, a vida plena e definitiva… Para a comunidade dos fiéis, este encontro do moribundo com a Nascente da Vida e do Amor representa um dom que tem valor para todos, que enriquece a comunhão de todos os fiéis. Sendo assim, ele deve receber a atenção e a participação da comunidade, não somente da família, dos parentes próximos mas, nos limites e nas formas possíveis, de toda a comunidade que esteve ligada à pessoa que está morrendo. Nenhum fiel deveria morrer na solidão e no abandono”.

Além da comunidade cristã, “empenhada em acompanhar e celebrar com seus membros o mistério da dor e da morte e o alvorecer da nova vida”, toda a sociedade, por meio de suas instituições de saúde e civis “é chamada a respeitar a vida e a dignidade do doente grave e do moribundo”. O Papa destacou o dever das instituições de saúde da sociedade em manifestar “a solidariedade do amor, a salvaguarda e o respeito pela vida humana em cada momento de seu desenvolvimento terreno, principalmente quando ela sofre de uma doença ou está em fase terminal”. “Mais concretamente - continuou Bento XVI -, trata-se de assegurar a cada pessoa que precise o apoio necessário por meio de terapias e tratamentos médicos adequados, individuais e geridos segundo os critérios da proporcionalidade médica, sempre levando em conta o dever moral de prescrever (por parte do médico) e de acolher (por parte do paciente) os meios de preservação da vida que, na situação concreta, sejam ‘ordinários’. No que diz respeito, por sua vez, às terapias significativamente arriscadas ou que sejam consideradas prudentemente ‘extraordinárias’, o recurso a elas poderia ser considerado moralmente lícito, mas facultativo. Além disso, é preciso sempre assegurar a todas as pessoas os tratamentos necessários e adequados, além do apoio às famílias mais sofridas pela doença de um de seus componentes, principalmente se é grave e prolongada”.

O Papa desejou que, a reboque da regulamentação do trabalho, sejam reconhecidos direitos específicos dos familiares “no momento da doença terminal de um de seus membros”, uma vez que “uma sociedade solidária e humanitária não pode não considerar as difíceis condições das famílias que, às vezes por um longo período, devem suportar o peso do sustento domiciliar com doentes graves não auto-suficientes… Numa sociedade complexa, intensamente influenciada pelas dinâmicas da produtividade e de demandas da economia, as pessoas frágeis e as famílias mais pobres correm o risco, nos momentos de dificuldade econômica e/ou de doença, de ficarem abaladas”.
Nas grandes cidades é cada vez maior o número de pessoas idosas e sozinhas, mesmo em momentos de doença grave e de proximidade da morte. “Nessas situações - continuou o Santo Padre -, os impulsos eutanásicos tornam-se mais prementes, principalmente quando existe uma visão utilitarista em relação às pessoas. Por esse motivo, aproveito a oportunidade para reafirmar, mais uma vez, a firme e constante condenação ética de toda forma de eutanásia direta, segundo o plurissecular ensinamento da Igreja”.

Na parte final de seu discurso, o Santo Padre auspiciou que o esforço conjunto da sociedade civil e da comunidade dos fiéis “deve se voltar para que todos possam viver não só com dignidade e responsabilidade, como também atravessar o momento da dificuldade e da morte na melhor condição de fraternidade e de solidariedade, mesmo quando a morte acontece numa família pobre ou no leito de um hospital… para todo homem que sofre e, especialmente, para quem se aproxima do momento da morte, sejam oferecidas e testemunhadas a solidariedade e a caridade. A sociedade, por seu lado, não pode deixar de assegurar o sustento das famílias que pretendem se empenhar para ter em casa, às vezes por longos períodos, doentes que sofrem de doenças degenerativas (tumores, neuro-degenerativas, etc.) ou aqueles necessitados de uma ’assistência que exige um grande empenho”.
(S.L.) (Agência Fides 26/2/2008)

terça-feira, 26 de fevereiro de 2008

Pesquisadores defendem Estatuto do Nascituro


Elton Bomfim
Na audiência, foram debatidos temas como as pesquisas com células-tronco.
Médicos e cientistas defenderam nesta quinta-feira, em audiência pública na Comissão de Seguridade Social e Família, a tese de que o início da vida humana se dá a partir da concepção. A audiência foi promovida para debater o projeto de lei que cria o Estatuto do Nascituro (PL 478/07). Pela proposta, o nascituro é o ser humano concebido, mas ainda não nascido. O objetivo do projeto é garantir ao nascituro o direito à vida, à saúde, à honra, à integridade física, à alimentação e à convivência familiar.

A proposta torna o aborto crime hediondo, retira o direito da mulher de abortar em caso de estupro e cria para essa situação uma pensão alimentícia de até um salário mínimo para a criança até que ela complete 18 anos. O texto proíbe ainda a manipulação, o congelamento, o descarte e o comércio de embriões humanos.

O professor Cláudio Freitas, da Faculdade de Medicina da Universidade de Brasília (UnB), afirmou ser favorável ao Estatuto do Nascituro. Freitas disse que a pesquisa com células-tronco embrionárias deveria se restringir aos animais. "Por que inverter e começar a pesquisa em humanos se há embriões de animais em abundância?" questionou.

Para o professor, a Lei de Biossegurança (11.105/05) retirou direitos do nascituro que serão restabelecidos com o estatuto. A lei permite, para fins de pesquisa e terapia, o uso de células-tronco embrionárias obtidas de embriões humanos produzidos por fertilização in vitro e não utilizados no procedimento.

Freitas também defendeu a manutenção do aborto como crime no Código Penal (Decreto-Lei 2.848/40). Segundo ele, a descriminalização do aborto é uma incoerência para quem defende essa prática, pois assim o aborto passaria a ser enquadrado como homicídio comum e teria penas maiores.

"Embrião é um indivíduo"
A bioquímica Lenise Aparecida Martins Garcia afirmou que o embrião é um indivíduo, pois possui informações genéticas desde a sua formação inicial. Lenise, que é professora de Biologia Celular da Universidade de Brasília (UnB), afirmou que grande parte das informações genéticas já está presente no zigoto, como o sexo, a cor dos olhos e o tipo de cabelo.

A professora afirmou que a impressão digital genética usada nos exames de paternidade também está presente nos primeiros estágios de desenvolvimento do embrião. "A impressão digital do dedo só aparece no décimo mês. A impressão genética está desde o primeiro dia", explicou.

A psicóloga Marilza Mestre, da Faculdade Evangélica do Paraná, acrescentou que o embrião já tem personalidade. Ela apresentou o resultado de pesquisas que demonstram que as relações afetivas se estabelecem dentro da barriga (os bebês reconhecem, por exemplo, a voz dos pais).

Reportagem - Geórgia Moraes / Rádio Câmara
Edição - Alexandre Pôrto


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Cardeal Hummes: «O sacerdote é o primeiro catequista da paróquia»

MADRI, segunda-feira, 25 de fevereiro de 2008 (ZENIT.org-Veritas).- O prefeito da Congregação para o Clero, cardeal Cláudio Hummes O.F.M., afirmou nesta segunda-feira, durante uma conferência pronunciada na Faculdade de Teologia «São Dâmaso», que o sacerdote «é o primeiro catequista da paróquia» e expressou que «os catequistas precisam da presença do pároco para ser animados».

«Muitos párocos não acompanham seus catequistas», afirmou o cardeal Hummes, e recordou que o trabalho do sacerdote consiste em «cuidar da orientação de fundo na catequese».

Sob o título «O sacerdote e o ministério da Catequese», o cardeal fez um percurso pelo Novo Diretório Geral sobre Catequese e afirmou que é necessária uma «unidade entre fé e vida», destacando que a finalidade da catequese é «abrir o coração e prepará-lo para uma total coesão com Jesus Cristo».

O purpurado enumerou algumas das características do trabalho catequético, que deve ser «um processo de iniciação na vida da fé»; «uma vida de fé em comunidade»; «um processo permanente de educação na fé» e «um fio condutor que conduz a Jesus Cristo».

«A ação da catequese é transformadora das estruturas de pecado da sociedade humana, à luz do Evangelho», destacou o cardeal, que mostrou a importância de uma inculturação que «assuma a maneira de ser do povo» e um «forte despertar da urgência da missão».

O prefeito da Congregação para o Clero finalizou sua intervenção mostrando aos assistentes algumas das chaves para um correto exercício da catequética, aconselhando «cuidar da orientação de fundo», «o esforço por alcançar a finalidade própria da catequese» e «garantir uma adequada apresentação do conteúdo da fé».

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2008

O esplendor da liturgia católica e seu cerimonial!



EMBRIÃO HUMANO: pessoa ou coisa?

O Supremo Tribunal Federal decidirá a questão em 05 de março de 2008.

(julgamento da ADI 3510, contra o artigo 5º da Lei de Biossegurança, que permite a destruição de embriões humanos)

No dia 24 de março de 2005, o Presidente Lula sancionou a Lei de Biossegurança (Lei 11.105 de 24 de março de 2005), vetando alguns dispositivos, mas mantendo intacto o art. 5°, que permite a destruição de embriões humanos. A Lei entrou em vigor com sua publicação no Diário Oficial da União em 28 de março de 2005.


No dia 30 de maio de 2005, o então Procurador Geral da República Dr. Cláudio Fontelles ajuizou a Ação Direta de Inconstitucionalidade n.º 3510 (ADI 3510) contra o art. 5° da Lei de Biossegurança (Lei n.º 11.105/05) que permite a destruição de embriões humanos.


No dia 20 de abril de 2007, o Supremo Tribunal Federal, pela primeira vez na história, abriu suas portas para uma audiência pública. O objetivo era instruir os Ministros sobre “quando começa a vida humana”. A discussão se dividiu entre os que afirmaram o óbvio e aqueles que tentaram negar o óbvio.

É interessante notar que nenhum dos oradores favoráveis à destruição de embriões ousou dizer que eles não eram indivíduos humanos. Quando muito, disseram que “não sabiam”. De um modo geral, tentaram dizer que essa questão não tem importância, diante da perspectiva de cura de doenças degenerativas mediante o uso de células-tronco embrionárias.

Como, porém, estavam debatendo com cientistas pró-vida de alto gabarito, não puderam fazer no Supremo a propaganda enganosa que fizeram na Câmara e no Senado. Foram constrangidos a admitir que até hoje ninguém foi curado com transplante de células-tronco embrionárias, ao passo que a pesquisa com células-tronco adultas (que não requerem a destruição de embriões) tem tido grande sucesso terapêutico.

O que ficou patente, porém, em toda a discussão, foi o medo de que o pedido da ação seja julgado procedente e o artigo 5º da Lei de Biossegurança seja declarado inconstitucional. Os defensores da destruição de embriões humanos deixaram claro que tal decisão seria um golpe fatal na causa abortista. Confessaram que tratar os embriões humanos como pessoas tornaria inviável a fertilização in vitro, uma vez que a perda de tais embriões está no cerne de sua manipulação em laboratório.

Eles têm razão de ter medo. Mas também é de se temer que, se o Tribunal decidir de outro modo, ocorra no Brasil uma tragédia semelhante à ocorrida nos Estados Unidos em 1857, quando a Suprema Corte decidiu que os negros não eram pessoas (caso Dred Scott versus Sandford) ou em 1973, quando a mesma Corte decidiu que os nascituros não são pessoas (caso Roe versus Wade).

O julgamento está previsto para a sessão do dia 5 de março de 2008, no Supremo Tribunal Federal. No banco dos réus: os seres humanos em estágio embrionário.

Se o embrião humano é pessoa:

- Ele tem dignidade humana;

- não pode ser manipulado, congelado ou destruído;

- não pode ser instrumentalizado para pesquisas ou terapias

Se o embrião humano é coisa:

- Ele não merece respeito algum;

- pode ser manipulado, congelado ou destruído;

- pode ser usado como simples material biológico

"A maioria considerada inútil e ‘sacrificável’ – judeus, ciganos,
russos, e outros prisioneiros subumanos – era que virava forragem
científica
"
(BLACK, Edwin. Guerra contra os fracos: a eugenia e a campanha dos Estados Unidos para criar uma raça dominante. São Paulo: A Girafa, 2003. p.583)

É preciso orar muito...

Pe. Luiz Carlos Lodi da Cruz
Presidente do Pró-Vida de Anápolis
Telefax: 55+62+3321-0900
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"Coração Imaculado de Maria, livrai-nos da maldição do aborto"

Entre em contato com os Ministros do Supremo:
http://www1.stf.gov.br/institucional/quemequem/quemequem.asp
PRESIDENTE: MINISTRA ELLEN GRACIE

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GABINETE MINISTRO GILMAR MENDES (Vice-Presidente)


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Marisa de Souza Alonso (marisas@stf.gov.br)

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GABINETE MINISTRO CELSO DE MELLO


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Raquel Bezerra Cândido Amaral Leitão (raquelbc@stf.gov.br)
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Janeth Aparecida Dias de Melo (janeth@stf.gov.br)

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E-Mail Ministro: (mcelso@stf.gov.br)


GABINETE MINISTRO MARCO AURÉLIO


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Maria Adrianna Lobo Leao de Mattos (adrianna@stf.gov.br)
Adriane da Rocha Callado Henriques (adrianeh@stf.gov.br)
Marcelo Ribeiro do Val (marcelor@stf.gov.br)
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Alessandra Marreta Porangaba Barbosa (alessandramp@stf.gov.br)
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Fax: 32174309

E-Mail Ministro: (marcoaurelio@stf.gov.br)


GABINETE MINISTRO CEZAR PELUSO


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Paulo Penteado de Faria e Silva Neto (paulop@stf.gov.br)
Marta Cristina Cury Saad Gimenes (martac@stf.gov.br)
Maria Cristina Petcov (mpetcov@stf.gov.br)
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Chefe de Gabinete
Carla Kindler Rosanova Sotto (carlak@stf.gov.br)

Oficial de Gabinete
Maria Lucia Fernandes Melo (mluciam@stf.gov.br)
Telefone: 32174191
Fax: 32174219


GABINETE MINISTRO CARLOS BRITTO


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Beatriz Ventura Teixeira Coimbra (beatriz@stf.gov.br)

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E-Mail Ministro: (gcarlosbritto@stf.gov.br)


GABINETE MINISTRO JOAQUIM BARBOSA


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Carla Adriana Stocco
Rodrigo Golivio Pereira
Flávia Beatriz Eckhardt
Thiago Buschinelli Sorrentino

Chefe de Gabinete
Gabriel de Mello Galvao

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Marco Aurélio Lúcio (marco@stf.gov.br)
Telefone: 32174131
Fax: 32174159

E-Mail Ministro: (gabminjoaquim@stf.gov.br)


GABINETE MINISTRO EROS GRAU


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Vinicius Gomes dos Santos (viniciusg@stf.gov.br)
Francisco de Assis de Lima (franciscol@stf.gov.br)
Andalessia Lana Borges (lana@stf.gov.br)
Renata Braga Cordeiro de Miranda (renata@stf.gov.br)

Chefe de Gabinete
Alexandra Mery Hansen Matsuo (alexandram@stf.gov.br)

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Eva dos Santos (evas@stf.gov.br)
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Fax: 32174399

E-Mail Ministro: (gaberosgrau@stf.gov.br)


GABINETE MINISTRO RICARDO LEWANDOWSKI


Assessores

Amanda Flávio de Oliveira (amandaf@stf.gov.br)
Dennys Albuquerque Rodrigues (dennys@stf.gov.br)
Manoel Carlos de Almeida Neto (manoelcarlos@stf.gov.br)
Davi de Paiva Costa Tangerino (davip@stf.gov.br)
Luiz Gustavo Bambini de Assis (gustavo.bambini@stf.gov.br)

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GABINETE MINISTRA CÁRMEN LÚCIA


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Oficial de Gabinete
Telefone: 32174342
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Telefone: 32174419 / 32174417
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domingo, 24 de fevereiro de 2008

Cardeal Sandoval critica respaldo na ONU ao aborto

.- O Arcebispo de Guadalajara, o Cardeal Juan Sandoval Íñiguez, chamou os católicos a rechaçar a legalização do aborto e especialmente a que a prática se estenda no México sob a pressão de organismos internacionais como a Organização das Nações Unidas (ONU).

Em sua coluna semanal "A Palavra do Pastor" que publica a revista oficial da Arquidiocese, o Cardeal destacou que "os meios deram conta faz uns dias de que o Alto comissionado das Nações Unidas elogiou dois estados e o Distrito Federal por ter descriminalizado o aborto".

"Louvou e ao mesmo tempo urgiu a todos os estados da República a que façam o mesmo, para que se possa matar em todo o México sem nenhum problema", assinalou o Cardeal em sua habitual linguagem coloquial.

"Devemos dizer, em primeiro lugar, que o aborto é um crime; isso que fique claro. Vai contra o ser humano e a vida, que é sagrada. Deus Nosso Senhor nos deixou um Mandamento: 'Não matarás', e portanto, devemos respeitar a vida dos outros, também a dos não nascidos, que são seres humanos e têm direito à vida", explicou o Cardeal.

"Entretanto –advertiu– às pessoas, sobre tudo as mais singelas, podem ser convencidas pelos motivos que dão os abortistas; por isso, quero falar deles".

"Entre as principais razões que aduzem, a de maior ressonância agora é o direito da mulher a decidir sobre seu próprio corpo", diz o Arcebispo; mas explica que "o apêndice estará aí toda a vida, se não o extirparem; o mesmo os rins ou o fígado, esses sim são parte do corpo. O filho no seio de sua mãe, é outro ser humano que também tem direito à vida e está aí temporalmente; está albergado no seio da mãe por uns meses para sair ao mundo e realizar seu destino. Não é próprio da mulher, assim não está em seu direito fazer o que quiser com seu corpo".

"Também se justifica o aborto –adiciona o Cardeal Sandoval– pela má formação. Isso seria retornar aos tempos bárbaros da Esparta, onde, por preservar a pureza da raça, aos que nasciam disformes, doentes ou débeis, se lhes matava despenhando-os. Hitler também tratou, não só de matar judeus, mas também de 'purificar' a raça alemã, e a muitos doentes e deficientes, que chamamos agora 'de capacidades diferentes', eliminou-os sem escrúpulo algum".

"Não somente os seres sem defeitos físicos têm direito à vida; também os que vêm com alguma deficiência, pois são seres humanos. Há exemplos extraordinários neste mundo de pessoas com alguma discapacidade que são muito produtivas, que sobressaem em muitas coisas, porque têm uma grande vontade e grande talento", explicou.

Finalmente, o Cardeal conclui sua coluna assinalando: "Fiquemos, pois, com a idéia fundamental: abortar é matar, e matar é um crime condenado pela lei de Deus, pela lei humana e a Constituição do México".